This is featured post 1 title
Replace these every slider sentences with your featured post descriptions.Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these with your own descriptions.
This is featured post 2 title
Replace these every slider sentences with your featured post descriptions.Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these with your own descriptions.
This is featured post 3 title
Replace these every slider sentences with your featured post descriptions.Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these with your own descriptions.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Detectados 963 focos de calor no Pantanal
A climatologista Balbina Maria Araújo Soriano, pesquisadora da Embrapa Pantanal (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA), explica que os focos de calor não representam, necessariamente, queimadas.
Os focos de calor são temperaturas registradas acima de 47º C, com base em dados captados por satélites (INPE).
As queimadas são uma antiga prática de manejo que utiliza o fogo de forma controlada para viabilizar a agricultura ou renovar as pastagens. O incêndio é o fogo sem controle que incide sobre qualquer forma de vegetação, podendo ser provocado por diversos fatores.
As queimadas também têm afetado o clima, porque o gás carbônico contido na fumaça proveniente desse incêndio sobe para a atmosfera e se junta a outros gases aumentando o efeito estufa.
Esses gases formam uma espécie de cobertor cada dia mais espesso, que torna o planeta cada dia mais quente e não permite a saída de radiação solar.
O efeito estufa é um fenômeno natural para manter o planeta aquecido. Se não houvesse o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria –18º em vez dos + 15º. O problema, segundo Balbina, é que, ao lançar muitos gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente demais, podendo levar a graves conseqüências.
Os dados sobre focos de calor referem-se ao Pantanal e incluem vários municípios. Em Corumbá o DPI/INPE registrou de junho a 14 de setembro 407 focos de calor. É o município do Mato Grosso do Sul com maior número de focos, seguido por Porto Murtinho e Aquidauana (153 cada) e Miranda (117).
Balbina disse ainda que o Mato Grosso do Sul aparece como o sexto Estado do Brasil em número de focos de calor, somando 1.148 unidades até a última sexta-feira. O campeão deste ranking é o Mato Grosso, com 9.930 focos, vindo a interferir nas condições atmosféricas de Corumbá. “A fumaça das queimadas que ocorrem em Mato Grosso são transportadas por correntes de ar que chegam ao Mato Grosso do Sul, atingindo a região de Corumbá. Elas se juntam com as condições locais, aumentando a concentração de fumaça, causando problemas à população corumbaense”, explicou a climatologista.
CHUVAS
A Embrapa Pantanal monitora regularmente os parâmetros meteorológicos (chuvas e umidade relativa do ar, etc), coletados na Estação Climatológica de Corumbá, localizada em Corumbá e pertencente ao Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), e na Estação Climatológica de Nhumirim, instalada na fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal, localizada na sub-região da Nhecolândia. Esta estação mantém convênio com o Inmet.
A pesquisadora acompanha os índices pluviométricos em Corumbá e no Pantanal (fazenda Nhumirim). De acordo com ela, no período de junho a 14 de setembro choveu na cidade apenas 19,2 mm, índice equivalente a 13% da média histórica para este período, que é de 140 mm.
Também de junho a 14 de setembro choveu na Nhumirim 12,2 mm, ou 11% da média histórica para o período, que é de 111 mm.
“O baixo valor de chuva registrado em julho não alterou o quadro de estiagem na região”, afirmou Balbina.
Segundo previsão climática do Inmet e CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), no trimestre que vai de setembro a novembro as chuvas deverão ficar abaixo da média histórica, com grande variabilidade espacial.
UMIDADE
Segundo Balbina, o ar continua muito seco sobre a cidade de Corumbá, devido à influência de uma massa de ar seco atuando sobre a região Centro-Oeste, que inibe a formação de nuvens de chuva.
Os índices mais baixos de umidade relativa do ar em setembro, no período do meio-dia às 16h, variam de 13% a 20%, considerados estado de alerta.
Como conseqüência, a cidade tem vivido nos últimos dias alguns transtornos, como cancelamento de vôos por falta de visibilidade, já que uma névoa cobre o município. Doenças respiratórias e emagrecimento do gado são outros efeitos da estiagem, que é prevista para este período.
Fonte : www.msnoticias.com.br
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Satelites de olho no fogo
| |
| Monitoramento de queimadas feito pelo Inpe passa a usar dados de 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias. Informações atualizadas sete vezes ao dia dos focos de calor estão na internet |
Dados atualizados sete vezes ao dia dos focos de calor são publicados em um site, junto com outros serviços, como um sistema de risco de fogo da vegetação, estimativas de concentração e dispersão de fumaça e um sistema geográfico de informações específico para as unidades de conservação do país.
O monitoramento auxilia o governo federal, em particular o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no acompanhamento de situações de risco de grandes incêndios florestais, como também os órgãos de Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros no combate às queimadas.
Entre os usuários regulares incluem-se ainda secretarias estaduais de meio ambiente, organizações não governamentais, usuários individuais, além dos países vizinhos que têm livre acesso a este sistema, desenvolvido em parceria pelos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia.
Segundo o Inpe, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora cerca de 23% a mais de focos detectados. Nos dois últimos meses, o sistema de monitoramento indica quase 6,5 mil casos em unidades de conservação federais e estaduais e reservas indígenas. Entre os estados, o Mato Grosso lidera o ranking de números de focos de queimadas nos últimos anos.
A página de monitoramento de queimadas na internet também foi reformulada recentemente, ganhando nova apresentação. A visualização e navegação estão agora baseadas em um sistema de informação geográfica de fácil uso, com recursos bastante conhecidos pelos internautas, que ainda contam com a opção do Google Earth.
Mais informações: www.cptec.inpe.br/queimadas
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Rondônia bate recorde de queimadas
| |
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Queimadas aumentaram nos últimos dois meses
RIO - Nos últimos dois meses (julho/agosto), o sistema de monitoramento do Instituto Espacial de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de seis mil casos de focos de queimadas em áreas protegidas, incluindo reservas indígenas. Segundo Alberto Setzer, pesquisador responsável pelo monitoramento, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora 23% a mais de focos detectados. Entre os estados, Mato Grosso é o líder de focos de queimadas. "Também chama a atenção o aumento do número de focos em São Paulo, com o aumento da área de plantio da cana-de-açúcar", diz Setzer.
O instituto tem o mais completo método de detecção de focos de calor no mundo, utilizando 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias para a detecção de queimadas. Esse monitoramento vai ficar ainda mais preciso com a chegada de um novo reforço, o satélite europeu MSG-02, e o deslocamento para uma nova órbita do satélite americano GOES-10. Dessa forma, o Inpe passa a ter a melhor cobertura do continente sul-americano.
O INPE anunciou também que está fazendo uma reformulação em sua página na internet, onde esses e outros serviços podem ser acessados. Atualizado constantemente, o site fornece também estimativas de concentração e dispersão de fumaça.
terça-feira, 17 de julho de 2007
Imagens de satelite no site do Inpe

Esta é uma dica do Hélio. O Inpe oferece uma serie de produtos derivados de imagens de satélites meteorológicos no site http://satelite.cptec.inpe.br/home/ . La estão disponíveis desde as clássicas imagens de satélites meteorológicos , indicie NDVI, radiação solar, radiação UV, Descargas elétricas, queimadas, classificação de nuvens, ventos, aerossóis, precipitação etc. vale a pena dar uma olhada. O mapa de queimadas permite a visualização no google earth.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Brasil visto do espaço - Queimadas no Mato Grosso
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Detectados 963 focos de calor no Pantanal
A climatologista Balbina Maria Araújo Soriano, pesquisadora da Embrapa Pantanal (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA), explica que os focos de calor não representam, necessariamente, queimadas.
Os focos de calor são temperaturas registradas acima de 47º C, com base em dados captados por satélites (INPE).
As queimadas são uma antiga prática de manejo que utiliza o fogo de forma controlada para viabilizar a agricultura ou renovar as pastagens. O incêndio é o fogo sem controle que incide sobre qualquer forma de vegetação, podendo ser provocado por diversos fatores.
As queimadas também têm afetado o clima, porque o gás carbônico contido na fumaça proveniente desse incêndio sobe para a atmosfera e se junta a outros gases aumentando o efeito estufa.
Esses gases formam uma espécie de cobertor cada dia mais espesso, que torna o planeta cada dia mais quente e não permite a saída de radiação solar.
O efeito estufa é um fenômeno natural para manter o planeta aquecido. Se não houvesse o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria –18º em vez dos + 15º. O problema, segundo Balbina, é que, ao lançar muitos gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente demais, podendo levar a graves conseqüências.
Os dados sobre focos de calor referem-se ao Pantanal e incluem vários municípios. Em Corumbá o DPI/INPE registrou de junho a 14 de setembro 407 focos de calor. É o município do Mato Grosso do Sul com maior número de focos, seguido por Porto Murtinho e Aquidauana (153 cada) e Miranda (117).
Balbina disse ainda que o Mato Grosso do Sul aparece como o sexto Estado do Brasil em número de focos de calor, somando 1.148 unidades até a última sexta-feira. O campeão deste ranking é o Mato Grosso, com 9.930 focos, vindo a interferir nas condições atmosféricas de Corumbá. “A fumaça das queimadas que ocorrem em Mato Grosso são transportadas por correntes de ar que chegam ao Mato Grosso do Sul, atingindo a região de Corumbá. Elas se juntam com as condições locais, aumentando a concentração de fumaça, causando problemas à população corumbaense”, explicou a climatologista.
CHUVAS
A Embrapa Pantanal monitora regularmente os parâmetros meteorológicos (chuvas e umidade relativa do ar, etc), coletados na Estação Climatológica de Corumbá, localizada em Corumbá e pertencente ao Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), e na Estação Climatológica de Nhumirim, instalada na fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal, localizada na sub-região da Nhecolândia. Esta estação mantém convênio com o Inmet.
A pesquisadora acompanha os índices pluviométricos em Corumbá e no Pantanal (fazenda Nhumirim). De acordo com ela, no período de junho a 14 de setembro choveu na cidade apenas 19,2 mm, índice equivalente a 13% da média histórica para este período, que é de 140 mm.
Também de junho a 14 de setembro choveu na Nhumirim 12,2 mm, ou 11% da média histórica para o período, que é de 111 mm.
“O baixo valor de chuva registrado em julho não alterou o quadro de estiagem na região”, afirmou Balbina.
Segundo previsão climática do Inmet e CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), no trimestre que vai de setembro a novembro as chuvas deverão ficar abaixo da média histórica, com grande variabilidade espacial.
UMIDADE
Segundo Balbina, o ar continua muito seco sobre a cidade de Corumbá, devido à influência de uma massa de ar seco atuando sobre a região Centro-Oeste, que inibe a formação de nuvens de chuva.
Os índices mais baixos de umidade relativa do ar em setembro, no período do meio-dia às 16h, variam de 13% a 20%, considerados estado de alerta.
Como conseqüência, a cidade tem vivido nos últimos dias alguns transtornos, como cancelamento de vôos por falta de visibilidade, já que uma névoa cobre o município. Doenças respiratórias e emagrecimento do gado são outros efeitos da estiagem, que é prevista para este período.
Fonte : www.msnoticias.com.br
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Satelites de olho no fogo
| |
| Monitoramento de queimadas feito pelo Inpe passa a usar dados de 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias. Informações atualizadas sete vezes ao dia dos focos de calor estão na internet |
Dados atualizados sete vezes ao dia dos focos de calor são publicados em um site, junto com outros serviços, como um sistema de risco de fogo da vegetação, estimativas de concentração e dispersão de fumaça e um sistema geográfico de informações específico para as unidades de conservação do país.
O monitoramento auxilia o governo federal, em particular o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no acompanhamento de situações de risco de grandes incêndios florestais, como também os órgãos de Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros no combate às queimadas.
Entre os usuários regulares incluem-se ainda secretarias estaduais de meio ambiente, organizações não governamentais, usuários individuais, além dos países vizinhos que têm livre acesso a este sistema, desenvolvido em parceria pelos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia.
Segundo o Inpe, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora cerca de 23% a mais de focos detectados. Nos dois últimos meses, o sistema de monitoramento indica quase 6,5 mil casos em unidades de conservação federais e estaduais e reservas indígenas. Entre os estados, o Mato Grosso lidera o ranking de números de focos de queimadas nos últimos anos.
A página de monitoramento de queimadas na internet também foi reformulada recentemente, ganhando nova apresentação. A visualização e navegação estão agora baseadas em um sistema de informação geográfica de fácil uso, com recursos bastante conhecidos pelos internautas, que ainda contam com a opção do Google Earth.
Mais informações: www.cptec.inpe.br/queimadas
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Rondônia bate recorde de queimadas
| |
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Queimadas aumentaram nos últimos dois meses
RIO - Nos últimos dois meses (julho/agosto), o sistema de monitoramento do Instituto Espacial de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de seis mil casos de focos de queimadas em áreas protegidas, incluindo reservas indígenas. Segundo Alberto Setzer, pesquisador responsável pelo monitoramento, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora 23% a mais de focos detectados. Entre os estados, Mato Grosso é o líder de focos de queimadas. "Também chama a atenção o aumento do número de focos em São Paulo, com o aumento da área de plantio da cana-de-açúcar", diz Setzer.
O instituto tem o mais completo método de detecção de focos de calor no mundo, utilizando 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias para a detecção de queimadas. Esse monitoramento vai ficar ainda mais preciso com a chegada de um novo reforço, o satélite europeu MSG-02, e o deslocamento para uma nova órbita do satélite americano GOES-10. Dessa forma, o Inpe passa a ter a melhor cobertura do continente sul-americano.
O INPE anunciou também que está fazendo uma reformulação em sua página na internet, onde esses e outros serviços podem ser acessados. Atualizado constantemente, o site fornece também estimativas de concentração e dispersão de fumaça.
terça-feira, 17 de julho de 2007
Imagens de satelite no site do Inpe

Esta é uma dica do Hélio. O Inpe oferece uma serie de produtos derivados de imagens de satélites meteorológicos no site http://satelite.cptec.inpe.br/home/ . La estão disponíveis desde as clássicas imagens de satélites meteorológicos , indicie NDVI, radiação solar, radiação UV, Descargas elétricas, queimadas, classificação de nuvens, ventos, aerossóis, precipitação etc. vale a pena dar uma olhada. O mapa de queimadas permite a visualização no google earth.


