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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Interpolando o SRTM de pixels com 90m para 10m

 

 

 

 

 

 

 

Com o SRTM em mão, dá-se início ao seguinte processo:

Será feito o seguinte: o Arquivo Raster será transformado para pontos, que será interpolado, originando um Modelo digital de elevação mais refinado.

Caso você não deseje trabalhar com toda a cena SRTM, você pode recorta-la para diminuir o tamanho do arquivo, e assim processa-lo mais rapidamente.

Iremos recorta-lo da seguinte maneira, já que apenas uma pequena área nos interessa, caso a você seja interessante toda a cena, apenas desconsidere esta parte. Vamos dar um zoom com a lupa na parte da cena que nos interessa.

clip_image002

Após ter dado o zoom clique com o boto direito do mouse no arquivo do SRTM, clique em DATA e posteriormente em EXPORT DATA, e uma janela se abrirá.

image image

Nesta tela em EXTEND selecione “Data Frame” e o formato do arquivo escolha TIFF. Após isto escolha local onde o arquivo será gravado e clique em OK.

clip_image002[5]

Agora com o arquivo menor faça os seguintes passos para interpolar o SRTM.

 

Em Spatial Analyst Clique em CONVERT > RASTER TO FEATURES

 imageimage

Em RASTER TO FEATURES escolha qual arquivo será convertido. Em OUTPUT GEOMETRY TYPE escolha POINT. Selecione o local onde o arquivo será gravado e clique em OK, e um arquivo de pontos será criado contendo a informação altimétrica.

 

image

Agora com este arquivo de pontos gerado, iremos interpola-lo para uma resolução menor.

Clique em ArcTool Box > SPATIAL ANALYST TOOLS > INTERPOLATION > SPLINE. Uma outra tela se abrirá, nela basta escolher qual o arquivo de pontos que será utilizado. O Campo na tabela que os dados altimétricos, geralmente seu nome é GRID_CODE, em OUTPUT CELL SIZE, escolha o tamanho para o qual você deseja interpolar o SRTM. Basta então clicar em OK

 

image

clip_image002[7]

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Terra – 650 milhões de anos em 1:20 minutos

 

Vídeo no Youtube mostra as mudanças que ocorreram nos continentes devido a movimentação das placas tectônicas Vídeo inicia com a conformação dos continentes a 400 milhões de anos e evolui até 250 milhões de anos no futuro, onde novamente ser forma um surpreendente supercontinente semelhante ao que era a Pangeia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Geoprocessamento e o Pensamento Geográfico


Interessante texto sobre as bases teóricas do geoprocessamento e as correntes do pensamento geográfico. Para acessar o arquivo em formato RTF  clique aqui

domingo, 26 de agosto de 2007

Uso do Google Earth no ensino da Geografia

Muito interessante o trabalhao publicado na REVISTA ELECTRÓNICA DE RECURSOS EN INTERNET SOBRE GEOGRAFÍA Y CIENCIAS SOCIALES (AR@CNE) por pesquisadores Brasileiros (ver citação no final do post) intitulado "Analisando o uso de Imagens do “Google Earth” e de mapas no ensino de geografia". Não tenho dúvidas que o Google Earth é revolucionário em termos de permitir o acesso a um banco de dados planetário com uma facilidade de navegação até então inimaginada. Vejo meu filho de 5 anos navegar com naturalidade pela interface intuitiva do programa. Abaixo apresento o resumo do artigo publicado bem como alguns links para outros artigos sobre o mesmo tema.

Analisando o uso de Imagens do “Google Earth” e de mapas no ensino de geografia (Resumo).

Desde suas intenções, produções e usos, as imagens de satélite de alta resolução são instrumentos poderosos para manipular a informação espacial. Neste trabalho objetivamos apresentar uma análise do uso de imagens de satélite de alta resolução disponibilizadas pelo “Google Earth” na Internet e de mapas cartográficos, a partir de uma visão comparativa do uso de ambos os instrumentos, focalizando dificuldades e potencialidades em suas leituras e manipulações para a compreensão da configuração sócio-espacial nas aulas de geografia do Ensino Fundamental e Médio. O presente artigo vem de encontro com interesses de profissionais que utilizam materiais cartográficos para ajudar a estudantes compreender o espaço através das noções geográficas.

Palavras-chave: Ensino de Geografia, Cartografia Escolar, Imagens de Satélite de Alta Resolução.

Para acessar o artigo na integra clique no link

Citação do trabalho :
GONÇALVES, Amanda Regina; NOCENTINI ANDRÉ, Iara Regina; SALOMÃO AZEVEDO, Thiago; GAMA, Valquíria Z. Analisando o uso de Imagens do “Google Earth” e de mapas no ensino de geografia. Ar@cne. Revista electrónica de recursos en Internet sobre Geografía y Ciencias Sociales. [En línea]. Barcelona: Universidad de Barcelona, nº 97, 1 de junio de 2007. <http://www.ub.es/geocrit/aracne/aracne-097.htm>.


Outros links sobre o assunto :

Possibilidades pedagógicas do Google Earth

Google Earth vira ferramenta para aulas de geografia
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Interpolando o SRTM de pixels com 90m para 10m

 

 

 

 

 

 

 

Com o SRTM em mão, dá-se início ao seguinte processo:

Será feito o seguinte: o Arquivo Raster será transformado para pontos, que será interpolado, originando um Modelo digital de elevação mais refinado.

Caso você não deseje trabalhar com toda a cena SRTM, você pode recorta-la para diminuir o tamanho do arquivo, e assim processa-lo mais rapidamente.

Iremos recorta-lo da seguinte maneira, já que apenas uma pequena área nos interessa, caso a você seja interessante toda a cena, apenas desconsidere esta parte. Vamos dar um zoom com a lupa na parte da cena que nos interessa.

clip_image002

Após ter dado o zoom clique com o boto direito do mouse no arquivo do SRTM, clique em DATA e posteriormente em EXPORT DATA, e uma janela se abrirá.

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Nesta tela em EXTEND selecione “Data Frame” e o formato do arquivo escolha TIFF. Após isto escolha local onde o arquivo será gravado e clique em OK.

clip_image002[5]

Agora com o arquivo menor faça os seguintes passos para interpolar o SRTM.

 

Em Spatial Analyst Clique em CONVERT > RASTER TO FEATURES

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Em RASTER TO FEATURES escolha qual arquivo será convertido. Em OUTPUT GEOMETRY TYPE escolha POINT. Selecione o local onde o arquivo será gravado e clique em OK, e um arquivo de pontos será criado contendo a informação altimétrica.

 

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Agora com este arquivo de pontos gerado, iremos interpola-lo para uma resolução menor.

Clique em ArcTool Box > SPATIAL ANALYST TOOLS > INTERPOLATION > SPLINE. Uma outra tela se abrirá, nela basta escolher qual o arquivo de pontos que será utilizado. O Campo na tabela que os dados altimétricos, geralmente seu nome é GRID_CODE, em OUTPUT CELL SIZE, escolha o tamanho para o qual você deseja interpolar o SRTM. Basta então clicar em OK

 

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Terra – 650 milhões de anos em 1:20 minutos

 

Vídeo no Youtube mostra as mudanças que ocorreram nos continentes devido a movimentação das placas tectônicas Vídeo inicia com a conformação dos continentes a 400 milhões de anos e evolui até 250 milhões de anos no futuro, onde novamente ser forma um surpreendente supercontinente semelhante ao que era a Pangeia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Geoprocessamento e o Pensamento Geográfico


Interessante texto sobre as bases teóricas do geoprocessamento e as correntes do pensamento geográfico. Para acessar o arquivo em formato RTF  clique aqui

domingo, 26 de agosto de 2007

Uso do Google Earth no ensino da Geografia

Muito interessante o trabalhao publicado na REVISTA ELECTRÓNICA DE RECURSOS EN INTERNET SOBRE GEOGRAFÍA Y CIENCIAS SOCIALES (AR@CNE) por pesquisadores Brasileiros (ver citação no final do post) intitulado "Analisando o uso de Imagens do “Google Earth” e de mapas no ensino de geografia". Não tenho dúvidas que o Google Earth é revolucionário em termos de permitir o acesso a um banco de dados planetário com uma facilidade de navegação até então inimaginada. Vejo meu filho de 5 anos navegar com naturalidade pela interface intuitiva do programa. Abaixo apresento o resumo do artigo publicado bem como alguns links para outros artigos sobre o mesmo tema.

Analisando o uso de Imagens do “Google Earth” e de mapas no ensino de geografia (Resumo).

Desde suas intenções, produções e usos, as imagens de satélite de alta resolução são instrumentos poderosos para manipular a informação espacial. Neste trabalho objetivamos apresentar uma análise do uso de imagens de satélite de alta resolução disponibilizadas pelo “Google Earth” na Internet e de mapas cartográficos, a partir de uma visão comparativa do uso de ambos os instrumentos, focalizando dificuldades e potencialidades em suas leituras e manipulações para a compreensão da configuração sócio-espacial nas aulas de geografia do Ensino Fundamental e Médio. O presente artigo vem de encontro com interesses de profissionais que utilizam materiais cartográficos para ajudar a estudantes compreender o espaço através das noções geográficas.

Palavras-chave: Ensino de Geografia, Cartografia Escolar, Imagens de Satélite de Alta Resolução.

Para acessar o artigo na integra clique no link

Citação do trabalho :
GONÇALVES, Amanda Regina; NOCENTINI ANDRÉ, Iara Regina; SALOMÃO AZEVEDO, Thiago; GAMA, Valquíria Z. Analisando o uso de Imagens do “Google Earth” e de mapas no ensino de geografia. Ar@cne. Revista electrónica de recursos en Internet sobre Geografía y Ciencias Sociales. [En línea]. Barcelona: Universidad de Barcelona, nº 97, 1 de junio de 2007. <http://www.ub.es/geocrit/aracne/aracne-097.htm>.


Outros links sobre o assunto :

Possibilidades pedagógicas do Google Earth

Google Earth vira ferramenta para aulas de geografia
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